
dos 3 aos 5, Jacarandá
O exemplar que temos cá por casa não é bem este, mas a edição brasileira. É que veio na mala do Avô do Pequeno Leitor, que em viagem de trabalho e já sem ideias para estragar o neto, fez o nosso estrago preferido.
A Mãe é que sofre, claro. Porque para além das habituais repetições quando a história tem particular sucesso, agora tem de ler no português “normal” e “naquele engraçado, mãe, cheio de djis e xis.” Adiante… 🙂

Comecemos pela capa. Seja qual for a margem do Atlântico em jogo, não há nada melhor para os mais novos do que o “não faças isso!!!” Pode haver ameaça, podemos dar aquele tonzinho de “vais ver o que te acontece”. Se não é para fazer, oh o quanto apetece fazer mal viramos as costas.
E é esse o desafio em todo o livro, a partir da capa. Se recomenda que não o abramos, então abrimos. Se diz pelo livro todo por favor não voltes a página, é evidente que a vamos voltar. O pernalonga reclama, tenta o tratamento do silêncio, ameaça, avisa, tenta fazer-se desinteressado, só para não voltarmos a página. Porque quando voltamos a última… ui… Não contamos. Desafiamos. Toca a comprar e a ler!
Até porque a magia pura e dura acontece mesmo na primeira vez que o lemos. Se contássemos, cortava o gás à aventura.
Divertidíssimo. E hidratem-se que vem maratona!
Aqui.