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dos 0 aos 2, 40 páginas, Orfeu Negro
Este foi um dos primeiros livros partilhados cá em casa. O texto é muito curto, está bem traduzido, as ilustrações são muito simples e, ao mesmo tempo, ricas e de fácil encaixe para uma criança pequena.
A filosofia, simples: não há limite para a imaginação, para o sonho, para a vontade. O menino queria apanhar uma estrela que fosse só dele. Pediu ajuda às gaivotas, às árvores e… lá acabou por conseguir o que queria.
“Como apanhar uma estrela” foi o primeiro de muitos de um autor que é uma referência e que voltaremos a visitar.
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